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quinta-feira, 21 de março de 2013

Trailer oficial de novo filme de TC Christensen, o mesmo diretor de 17 Milagres



O cineasta TC Christensen, diretor de "17 Milagres", está lançando um novo filme chamado "Ephraim's Rescue" no dia 31 de maio.







O trailer oficial do novo filme foi recentemente publicado no site www.ephraimsrescue.com. O filme acompanha a vida notável do Mórmon pioneiro e desbravador Ephraim Hanks, que ajudou a resgatar um grupo de pioneiros de carrinhos de mão no inverno de 1856.

Paulo Cardall, pianista e autor, compôs e produziu a trilha sonora para o filme. Um vídeo da música de Cardall e cenas do filme foi postado no YouTube.


Este vídeo do YouTube oferece uma pré-visualização do filme e entrevistas com membros do elenco.















Ajuda Humanitária dos Mormons vai beneficiar cadeirantes



Os representantes das entidades farão o repasse das doações

Coordenadoria da Pessoa com Deficiência de Jundiaí promoveu, na manhã desta segunda-feira (18), uma reunião entre representantes das entidades da cidade que atendem pessoas com deficiência e os diretores de assuntos públicos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Márcio Patelli e César Wanderlei Gava. O encontro é o segundo deste ano e trata da documentação necessária para que essas entidades possam se beneficiar de um dos projetos de Ajuda Humanitária mantidos pela igreja. Por meio dele, as instituições serão beneficiadas com cadeiras de rodas.
O titular da Coordenaria de Apoio aos Deficientes, Reinaldo Fernandes, esclareceu que a reunião teve como propósito a entrega dos levantamentos solicitados pelo pessoal da igreja no encontro anterior, quando o projeto foi divulgado às entidades. “As cadeiras serão entregues a partir da demanda que será apresentada pelas entidades e nesta reunião esses relatórios estão sendo entregues”, disse Reinaldo.

Fernandes recebeu os diretores da igreja dos Mórmons
Contudo, diante da ausência de algumas das entidades convidadas, um novo encontro foi marcado para o dia 13 de abril. Reinaldo acredita que é tempo suficiente para as que ainda não concluíram o trabalho possam fazê-lo, assim como aquelas que ainda não se manifestaram poderão aderir.
Personalizadas
César Gava, da igreja, disse que o levantamento solicitado é um procedimento muito importante, pois não se trata apenas de distribuir cadeiras de rodas.


“É um trabalho que a instituição leva muito a sério, por isso todo esse processo”, explica. Segundo ele, com os relatórios das entidades será possível comprar as cadeiras de forma praticamente personalizada, pois cada uma atende a um tipo de necessidade. “Por isso fazemos questão do relatório com os dados”, comenta.


Já o diretor Márcio Patelli aproveitou a reunião para elogiar a atuação do pessoal da Cidade Vicentina que, embora não tenha apresentado demanda própria, ofereceu-se em ajudar na intermediação das pessoas que não estão inscritas em nenhuma entidade em especial.


Para as entidades que ainda tiverem alguma dúvida sobre os procedimentos ou que não puderam enviar representantes para a reunião desta segunda, Reinaldo Fernandes recomenda que façam contato com a Coordenadoria de Apoio aos Deficientes, no 8º andar do Paço Municipal, ou pelo (11) 4589-8868.


sexta-feira, 15 de março de 2013

Convite Conferência da Ala Barão de Nazaré


     O Bispo Soares convida os Irmãos, Irmãs, famílias e amigos para a CONFERÊNCIA ANUAL DA ALA BARÃO DE NAZARÉ que será realizada neste próximo Domingo dia 17 de março das 09:00h ás 12:00h.

Rua Francisco Branco. Nº 1263. Brasilia.

    Não esqueçam de convidar seus familiares e amigos.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Centenas de voluntários ajudam na limpeza de bairro atingido por enchente em Cubatão


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CUBATÃO-SP — 
Um exército formado por mais de 200 voluntários, do Programa Mãos que Ajudam, deA Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, invadiu o bairro de Pilões, em Cubatão, no dia 2 de março, e realizou um mutirão de limpeza nas ruas e nas casas dos desabrigados, que foram atingidos pelo excesso de chuvas do dia 22 de fevereiro. Várias cidades da Baixada Santista foram castigadas, mas Cubatão foi a região que mais sofreu com as consequências das inundações. Em alguns bairros, as casas foram totalmente cobertas pelas águas. Cerca de 1.500 famílias ficaram desabrigadas.

Ao saber do sofrimento destas pessoas, a liderança local da Igreja de Jesus Cristo agiu rapidamente, e após um contato junto à prefeitura, levou 106 pessoas, temporariamente para ficarem alojadas na capela localizada no centro de Cubatão.

SERVIÇO

Já no dia seguinte, voluntários mobilizaram-se na ajuda às vítimas. Também, durante a semana, houve grande mobilização para “convocar” um exército de voluntários – para um grande mutirão.. Muitos aceitaram o convite e cerca de 200 homens, mulheres, jovens e 16 missionários da Igreja de Jesus Cristo que atualmente servem na região, rapazes provenientes de diversas partes do Brasil e do Mundo.

Além da mão-de-obra, a Igreja, através do Programa de Ajuda Humanitária, comprou 20 enxadas, 40 pás, 5 carrinhos de construção, 200 luvas de borracha grossa, 40 botas e 4 caixas de máscaras, vassoras e rodos que foram usados no projeto de limpeza e, depois, doados à Associação de Melhoramentos do bairro dos Pilões.

“Políticos, líderes religiosos, empresários, diversas instituições e muitas outras pessoas tem nos procurado constantemente para ver e entender como agimos tão rápido e de forma tão organizada. A prefeita (Márcia Rosa) e o vice-prefeito (Donizeti) da cidade foram até nossa capela e depois de conversar com os desabrigados que estão alojados lá. Na ocasião, reuniram-se por quase duas horas comigo e outros líderes para agradecer e solicitar orientação pois o conseguimos fazer em tão pouco tempo os deixou impressionados”, explicou João Batista de Paiva, Presidente da Estaca Santos.

Empresários e diversas pessoas colaboraram com doações de suprimentos, roupas, cobertores e muito mais, que foram levados à Igreja. Por exemplo, a Petrobrás doou o lanche que foi servido aos voluntários, o Rotary Club doou centenas de cobertores às vítimas, além de pessoas que fizeram grandes doações de forma anônima. Tudo foi organizado e separado pelo grupo de voluntários, que também passaram a semana cuidando das famílias que estão na capela.

Antes de partir para Pilões, os voluntários receberam instruções e material de proteção, descarregaram um caminhão com suprimentos às vítimas alojadas na capela e depois carregaram o mesmo caminhão com as ferramentas doadas e partiram para a ação.
Os voluntários mostraram grande disposição ao ajudar a limpar as casas, tirar lama, sujeira e entulho das ruas. Até a geladeira que foi parar no telhado de uma casa foi resgatada.

A voluntária Bianca Cavalcante do Nascimento comentou o sentimento daqueles que participaram do mutirão: “Hoje foi um sábado diferente, um dia muito cansativo e muito gratificante, foi triste chegar em Cubatão e ver toda aquela destruição, aquelas famílias abaladas com todas suas coisas no lixo, suas casas sujas, lama, lixo, entulho por todos os lados, mais foi tão bom poder dedicar um dia pra ajudar, mesmo sendo pouco, ver o brilho nos olhos, e a felicidade mesmo nessa situação das pessoas por receberem alguma ajuda, que elas sozinhas demorariam muito pra fazer, poder fazer isso com pessoas maravilhosas que se sacrificaram pra passar o dia todo ali, e com minha família que é um exemplo pra mim. Mesmo morta de cansada, hoje me sinto muito bem por ter participado disso.”

Rita Gomes Cruz, moradora do bairro que teve sua casa atingida disse que “se não fosse a ajuda de tantos voluntários, não sei o que faríamos. Agradeço este gesto solidário”.

A mídia local fez cobertura do projeto, entre elas, a TV Tribuna, afiliada rede Globo, que produziu as seguintes matérias:













segunda-feira, 4 de março de 2013

Membros São a Chave para a Produtividade da Força Extra Missionária


R. Scott Lloyd, redator do Jornal Church News.


O Élder Bryan Borrayo, da Cidade da Guatemala, Guatemala (à frente) e o Élder Carlos Arias Bermudez, de North Ogden, Utah, andando de bicicleta por um bairro de Phoenix Sul.  Fotografia de Jill Adair.


         Em um formulário de aceitação do chamado missionário recebido recentemente pela sede da Igreja havia apenas uma palavra, muito eloqüente em sua concisão. No espaço para a resposta estava escrito à mão “SIM!!!” em letras garrafais e coloridas.
         Nessa única palavra, o formulário refletiu a alegria, o entusiasmo e a gratidão que os jovens da Igreja têm demonstrado desde que o Presidente Thomas S. Monson fez seu grandioso e histórico anúncio na conferência geral de outubro passado sobre a nova política de redução na idade para servir em missão, que agora é de 18 anos para os rapazes e 19 para as moças.
A resposta foi imediata e sem precedentes. E continua até hoje, a ponto de a força missionária da Igreja agora passar dos 60.000 pela primeira vez em muitos anos.
“Estamos entusiasmados com a resposta”, disse o Élder Russell M. Nelson, do Quórum dos Doze Apóstolos, em uma entrevista recente, reconhecendo o sacrifício de tantos jovens e casais missionários e das famílias que vão apoiá-los.
“Nossa primeira reação é uma profunda gratidão pelo compromisso e consagração dessas famílias missionárias”, disse o Élder Nelson, que é encarregado do Comitê Executivo Missionário da Igreja.
           “Agora surge a questão sobre o que faremos com todos esses missionários”, observou ele, “e a resposta é que esses missionários vão fazer o que os missionários sempre fizeram. Eles vão pregar o evangelho. Vão ensinar, testificar, resgatar e abençoar a vida dos filhos de Deus.”
           A profusão de respostas após a mudança refletiu no número de novas missões que estão sendo criadas este ano. Conforme mostra o anúncio recente, há 58 novas missões, elevando o número de 347 para 405.
“Sentimos que os membros são a chave para tornar essa força missionária extra particularmente produtiva”, comentou o Élder Nelson.
           “Precisamos ser mais eficientes no uso do valioso tempo e serviço desses missionários, o que significa que os membros, o conselho da ala e os líderes da missão da ala terão de trabalhar em conjunto, à medida que enviarmos missionários para as unidades da Igreja.”
            O Élder Nelson acrescentou: “Esperamos que os conselhos de ala e os líderes da missão da ala desempenhem um papel ativo em preencher o planejamento diário desses missionários para que eles tenham compromissos relevantes, significativos e focados no resgate dos membros menos ativos da Igreja e em seus amigos e parentes não membros que estão bem no nosso meio”.
             O Élder David F. Evans, dos Setenta, Diretor Executivo do Departamento Missionário, disse que a magnitude da resposta não foi totalmente inesperada.
Mesmo assim, “é muito gratificante ver que o que a Primeira Presidência e os Doze visualizaram está sendo realizado, ao terem exercido fé e coragem e ao responderem às profundas impressões espirituais sobre como fazer essa mudança”, disse ele.
             Além de acentuado, o aumento no interesse em servir uma missão é sustentável, disse o Élder Evans.
            “Claro que haverá uma onda que vai durar por uns três anos”, disse ele, fazendo alusão ao número de jovens que está ansioso para servir missões devido à redução da idade de qualificação.
             Mas estamos criando missões que atendam às expectativas do que imaginamos que será a demanda após esse pico. Estamos prevendo que não vamos precisar fechar nenhuma das missões; achamos que 405 é um número bom para lidar com a força missionária após essa onda.”
              Assim, mesmo após essa fase, o aumento do número de missionários será muito maior do que o que era antes, disse o Élder Evans.
            “Além do que, há muitos casais idosos que estão saindo em missões”, acrescentou. “Acho que ainda sou jovem, mas minha geração está começando a entrar naquela idade em que podem sair em missão novamente.
Como o Presidente Monson chamou mais missionários, estamos vendo mais casais tomarem essa decisão, enquanto ainda são jovens o suficiente para servir ativamente. Tem sido muito gratificante. E ressalto que precisamos não apenas de jovens élderes e sísteres, mas precisamos de mais casais missionários, e destes vamos precisar sempre. Eles ajudam de modo extraordinário.”
             Assim como o Élder Nelson, o Élder Evans disse que o trabalho missionário funciona melhor se os membros e missionários trabalharem juntos “e se os membros e líderes reconhecerem que não é um fardo ter mais missionários, mas que esta é uma grande oportunidade de ter mais recursos para ajudar do que jamais tivemos antes.”
              O Élder Evans reconheceu que alguns sacrifícios extras podem ser necessários, particularmente nas famílias que agora podem ter mais de um missionário servindo ao mesmo tempo.
             “Mas vou dizer uma coisa: isso vai ser uma época maravilhosa”, exclamou ele. “Se você já teve um missionário em campo, sabe que não há nada mais lindo do que a família se reunir e orar por seu filho ou filha, ou seu irmão ou irmã — ou às vezes, pelos pais ou avós — para que o Senhor os abençoe enquanto eles servem missão. Nada realmente é tão motivador para a família do que ter alguém servindo no campo e isso é uma oportunidade para nós de refletir sobre nosso próprio compromisso de ajudar as pessoas que nos cercam e de levar as bênçãos do evangelho para a vida do nosso próximo.”

O Élder Ernest P. Robison e a Síster Anneke Robison, da Missão Utah Salt Lake City Central servem atualmente como missionários de tempo integral na estaca Murray Utah Norte. Fotografia: Sarah Jane Weaver.
          Quanto aos jovens missionários em perspectiva, o Élder Evans disse que seu entusiasmo e dedicação se refletem na carta que recebeu de um jovem membro de sua ala no Natal. O rapaz relatou que ele e seus amigos estão falando e se comportando diferente, focados na meta de logo serem missionários.
         “Acho que o Espírito do Senhor está sobre esta geração de um modo que nunca vimos antes — pelo menos, eu nunca vi — como resultado da instrução específica ou anúncio feito pelo Presidente da Igreja.”
         Os jovens, disse ele, podem se preparar agora, em primeiro lugar, lendo o Livro de Mórmon, obtendo, assim, o testemunho básico do evangelho de Cristo.
Além disso, eles devem agir de acordo com sua fé”, disse ele. “Devem cumprir os mandamentos e viver em retidão.”
         Não precisam complicar mais ainda a questão de viver o evangelho, disse ele. “Apenas ser bons. Você sabe o que deve fazer, e o Espírito Santo irá avisá-lo sobre as coisas que você não deve fazer.”
         Os Jovens devem concentrar-se em ser dignos do templo, aconselhou ele. “Devem viver de acordo com as palavras dos profetas de hoje, participar da história da família e do trabalho no templo na medida do possível, onde quer que estejam.
“O resultado natural disso é o desejo de compartilhar o evangelho. Você sente o quanto o evangelho lhe faz bem e deseja compartilhá-lo com outras pessoas.”
         Ele reconheceu que para os jovens que vão fazer 18 anos, a perspectiva do serviço missionário de repente parece maior e que, para alguns, isso pode ser assustador.

Missionários no Distrito San Clemente da Missão Califórnia Carlsbad participam de uma reunião de distrito na sede da Estaca San Clemente Califórnia. A partir da esquerda, Síster Noelle Longhurst Layton, de Utah; Síster Lopes Nauta, de Bora Bora; Élder Reef Johnston, de Bozeman, Montana; Élder Justin Stedman, de Taylor, Arizona; Élder Anthony Wright, de Draper, Utah e o Élder Chase Stevens, de Washington, Utah. Fotografia: Alan Gibby.
            O Presidente Monson disse que não é um mandamento que todo rapaz vá para a missão aos 18 anos de idade ou a moça aos 19 anos, mas disse que agora existe essa opção e que, em conselho com os pais e seus líderes do sacerdócio e o Pai Celestial, devem decidir o que fazer.
             Ele acrescentou: “Mas uma vez que saibamos o que devemos fazer, em seguida, cabe a cada um de nós agir com fé, caminhar até o limiar da luz e talvez alguns passos além, onde até nem consigamos ver o fim desde o princípio, mas sabemos que devemos ir nessa direção. Ao seguirmos com fé, todas as outras respostas virão.”
            O Élder Evans afirmou: “Vai exigir fé. Vai ser preciso uma mudança de planos. Será uma experiência maravilhosa. E haverá milhares e milhares de jovens da Igreja que vão crescer extraordinariamente por fazerem exatamente o que o Presidente Monson lhes pediu, ou seja, aconselhar-se com seus pais, conversar com o bispo e levar a decisão ao Senhor para descobrir o que Ele deseja que eles façam. E então fazê-lo!”

A irmã Eloísa Cirne da Estaca Phoenix Arizona conversa com os missionários que servem em sua estaca: o Élder Scott Larsen (centro), de Skaneateles, Nova York, e Juan Castaños, de Richmond, Virgínia. Fotografia de Jill Adair.

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