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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

As Bênçãos de um Jejum Adequado




CARL B. PRATT
Acho que muitíssimos de nós não estão jejuando no dia dejejum ou fazem com apatia.




        Irmãos, espero que tenham notado que quando o Presidente Hinckley se preparava para anunciar o nome dos dois novos Apóstolos, ele falou sobre o jejum e a oração para se conhecer a vontade de Deus.
O jejum sempre foi uma prática corrente entre o povo de Deus. Em nossosdias, é um mandamento dado pelo Senhor a todos os membros da Igreja. Além dos jejuns especiais que fazemos ocasionalmente por motivos pessoais ou familiares, devemos jejuar no primeiro domingo de cada mês. Foi-nos ensinado que há três aspectos na observância adequada do dia dejejum: Em primeiro lugar, abstemo-nos de alimentos e bebidas por duas refeições consecutivas ou, em outras palavras, 24 horas; segundo, assistimos à reunião de jejum e testemunho; terceiro, fazemos uma generosa oferta de jejum.
       Para a família Pratt, nossos jejuns regulares sempre se estenderam do almoço de sábado ao almoço de domingo. Dessa forma, deixamos de fazer duas refeições: O jantar de sábado e o desjejum de domingo. Embora não exista um padrão único de jejum na Igreja, exceto a duração de 24 horas e a abstinência de duas refeições, consideramos uma vantagem espiritual participar da reunião de jejum e testemunho perto do final dojejum.

       Para as pessoas fisicamente capazes, jejuar é um mandamento. Ao falar de nosso jejum mensal, o Presidente Joseph F. Smith ensinou: “O Senhor instituiu o jejum de modo razoável e inteligente. (…) Aqueles que puderem são convidados a obedecer (…); é um dever ao qual não podemos furtar-nos. (…) Trata-se de uma questão de consciência, algo que as pessoas devem exercer com sabedoria e discrição. (…) Quem estiver em condições deve jejuar. (…) Ninguém está isento; é um mandamento para os santos, tanto idosos como jovens, de toda a Igreja”. (Gospel Doctrine, 5a ed., 1939, p. 244)
       Infelizmente, irmãos, acho que muitíssimos de nós não estão jejuando nodia de jejum ou fazem com apatia. Se negligenciarmos nosso dia de jejumou simplesmente jejuarmos na manhã de domingo em vez de fazermos um jejum completo de 24 horas, estaremos privando a nós mesmos e a nossa família das preciosas experiências e bênçãos espirituais que podem resultar de um jejum verdadeiro.
Se tudo o que fizermos for abster-nos de comida e bebida durante 24 horas e pagar nossa oferta de jejum, estaremos perdendo uma oportunidade maravilhosa de crescimento espiritual. Por outro lado, se tivermos um propósito especial nesse jejum, ele terá muito mais significado. Talvez devamos reunir a família antes do início do jejum para conversar sobre o que desejamos alcançar. Podemos fazer isso na noite familiar da semana que antecede o domingo de jejum ou numa breve conversa antes ou depois da oração familiar. Quando jejuamos com propósito, temos algo no qual concentrar-nos além da fome.
       O propósito de nosso jejum pode ser eminentemente pessoal. Ele pode ajudar-nos a vencer imperfeições pessoais e pecados. Pode também ajudar-nos a vencer nossas fraquezas; ajudar-nos a fazer com que se tornem pontos fortes. Pode ajudar-nos a tornar-nos mais humildes, menos orgulhosos, menos egoístas e mais preocupados com as necessidades alheias. Pode ajudar-nos a ver com mais clareza nossas próprias falhas e fraquezas, ajudando-nos a ser menos propensos a criticar as pessoas. Nosso jejum pode ainda estar voltado para uma dificuldade da família.
        Um jejum familiar pode ajudar a aumentar o amor e a estima entre os membros da família e reduzir as contendas no lar. Podemos também jejuar como casal a fim de fortalecermos nossos laços matrimoniais. Um propósito de nosso jejum como portadores do sacerdócio pode ser a busca da orientação do Senhor em nossos chamados, como o Presidente Hinckley demonstrou. Podemos ainda jejuar com nosso companheiro de ensino familiar para saber como ajudar uma de nossas famílias.
       Ao longo das escrituras, o termo jejum costuma vir acompanhado de oração. “Também vos dou um mandamento de que continueis em oração ejejum a partir de agora.” Eis o conselho do Senhor. (D&C 88:76) Jejuar sem orar é simplesmente passar fome por 24 horas. Porém, o jejum aliado à oração aumenta nossa força espiritual.
Quando os discípulos não conseguiram curar um menino possuído por um espírito mau, perguntaram ao Salvador: “Por que não pudemos nós expulsá-lo?” Jesus respondeu: “(…) Esta casta (…) não se expulsa senão pela oração e pelo jejum”. (Mateus 17:19, 21)
       Iniciemos nossos jejuns com uma oração. Podemos fazê-lo ajoelhando-nos à mesa ao terminarmos a refeição com a qual começaremos o jejum. Essa oração deve ser algo natural—falamos com o Pai Celestial sobre o objetivo de nosso jejum e solicitamos Sua ajuda para atingirmos nossas metas. Da mesma forma, terminemos nossos jejuns com uma oração. Uma maneira adequada é ajoelhar-nos à mesa antes de sentar-nos para a refeição que encerrará o jejum. Nesse momento, agradecemos ao Senhor por Seu auxílio durante o jejum e pelo que sentimos e aprendemos com essa experiência.
       Além de começarmos e terminarmos o jejum com uma oração, devemos buscar o Senhor com freqüência em orações pessoais ao longo do jejum.
       Não devemos esperar que as crianças pequenas jejuem pelo período recomendado de duas refeições. Todavia, ensinemos-lhes os princípios do jejum. Se nossos jejuns forem discutidos e planejados em família, os filhos pequenos perceberão que seus pais e irmãos mais velhos estão jejuando e compreenderão o propósito do jejum. Eles devem participar das orações familiares no início e final do jejum. Dessa forma, quando atingirem a idade adequada, estarão ansiosos para jejuar com o restante da família. Em nossa família, fizemos isso, incentivamos nossos filhos entre oito e doze anos de idade a jejuarem pelo espaço de uma refeição. E quando completaram doze anos e receberam o Sacerdócio Aarônico ou iniciaram o programa das Moças, os incentivamos a jejuar pelo espaço de duas refeições completas.
       Depois de repreender a antiga Israel por não jejuar corretamente, o Senhor, por meio do profeta Isaías, falou do jejum adequado usando uma bela linguagem poética:
“Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?” (Isaías 58:6)
       Se jejuarmos e orarmos com o objetivo de arrepender-nos de nossos pecados e sobrepujarmos fraquezas pessoais, seguramente estaremos procurando “[soltar] as ligaduras da impiedade” em nossa vida. Se o propósito de nosso jejum for a busca de maior eficácia para ensinar o evangelho e servir ao próximo em nossos chamados da Igreja, por certo estaremos empenhados em “[desfazer] as ataduras do jugo” das pessoas. Se estivermos jejuando e orando para receber auxílio do Senhor em nosso trabalho missionário, certamente estaremos desejando “[deixar] livres os oprimidos”.
       Se a finalidade de nosso jejum for aumentar nosso amor por nosso próximo e vencer nosso egoísmo, orgulho e apego às coisas deste mundo, estaremos verdadeiramente tentando “[despedaçar] todo o jugo”.
       O Senhor continuou a descrever o jejum adequado:
“Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?” (Isaías 58:7)
       É maravilhoso que, por meio de nossas ofertas de jejum, tenhamos hoje condições de alimentar os famintos, abrigar os sem-teto e vestir o desnudos.
Se jejuarmos da forma correta, o Senhor promete-nos:
      “Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti; (…) Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. (…) E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.
E o Senhor te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos. (…) E serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.” (Isaías 58:8–11)
      Oro para que melhoremos nossos jejuns a fim de desfrutarmos as belas bênçãos que nos foram prometidas. Testifico que, ao achegar-nos ao Senhor por meio do jejum e da oração, Ele se achegará a nós. (Ver D&C 88:63.) Presto testemunho de que Ele vive, nos ama e deseja aproximar-Se de nós. Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Cinco Maneiras de Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais


Ninguém pode forçar os jovens a terem experiências espirituais, mas os pais e líderes podem incentivar oportunidades que levem à conversão. O novo currículo da Igreja para rapazes e moças, Vinde a Mim: Recursos de Aprendizagem para os Jovens, apresenta maneiras pelas quais os adultos podem ajudar os jovens a tornarem-se mais plenamente convertidos ao evangelho.
Aqui estão cinco coisas que os líderes podem fazer para promover experiências espirituais para os jovens com quem trabalha.
1. Dar aos Jovens a Oportunidade de Servir
“É uma verdade eterna que a maior satisfação que encontramos nesta vida não é o que é feita para nós mesmos, mas para o benefício de outros” (ver L. Tom Perry, “Unseen Serviçe” [Serviço Invisível] New Era, dezembro de 2002).

O bispado e os líderes dos Rapazes da Ala Granja Viana, Estaca São Paulo Brasil Cotia decidiram concentrar-se mais em suas atividades de serviço. Isso incluía visitas aos membros menos ativos do quórum, a participação no proselitismo com os missionários de tempo integral e a administração do sacramento para membros da ala que não podiam sair de casa devido a problemas de saúde.
“Ficamos impressionados num domingo de jejum, quando todos os rapazes prestaram testemunho”, conta ele. “Ao fazê-lo, muitos relembraram com lágrimas nos olhos, o bom espírito que sentiram (…) e descobriram a diferença que o evangelho faz na vida das pessoas” (ver Melissa Merrill, “Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais, A Liahona, outubro de 2012).
De Vinde a Mim

2. Conecte os Jovens com a Palavra de Deus
”Hoje em dia, temos (…) apóstolos, videntes e reveladores que são atalaias na torre, mensageiros da sublime e alentadora verdade. Deus fala conosco por intermédio deles. (…) Eles mostram o caminho e oferecem ajuda para nossas dificuldades, não por meio da sabedoria do mundo, mas da que provém de uma fonte eterna” (Dieter F. Uchtdorf, “Dar Ouvidos à Voz dos Profetas”, A Liahona, julho de 2008).

David Elmer, um líder dos Rapazes no Texas, EUA, queria dar aos rapazes uma experiência significativa que os ajudaria a se prepararem para o futuro.
Após fervorosa reflexão, sentiu-se inspirado a ler um discurso do Élder Neil L. Andersen do Quórum dos Doze Apóstolos. Numa viagem, o irmão Elmer ensinou aquela mensagem, inclusive a história que o Élder Andersen contou a respeito de Sidney Going, um astro do rúgbi da Nova Zelândia, que adiou sua carreira esportiva para servir missão.
A experiência foi muito tocante, conta o irmão Elmer, porque ele ensinou usando as palavras de um profeta vivo (ver “Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais”, A Liahona, outubro de 2012).
De Vinde a Mim

3. Ser Consistente
“Francamente não faz sentido ocasionalmente “beber” água e depois passar por longs períodos de desidratação nos intervalos. O mesmo acontece espiritualmente. Sede espiritual é a necessidade de água viva. Um fluxo constante de água viva é muito superior ao sorver esporadicamente” (David A. Bednar”, Um Reservatório de Água Viva”, [serão do SEI para jovens adultos, 4 de fevereiro de 2007).

O irmão Elmer diz que deseja que os rapazes se lembrem de algo mais a respeito da viagem: seu estudo do evangelho foi constante.
“O Élder David A. Bednar nos ensinou a criar padrões espirituais em nossa vida, padrões como o estudo das escrituras, a oração e a reunião familiar. E em nossa viagem, naquela semana, mantivemos nossos padrões espirituais. (…) O ponto importante era que, embora estivéssemos longe de casa e que nossas atividades difereissem das que normalmente eles teriam, nossos padrões espirituais não foram interrompidos” (ver “Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais, A Liahona, outubro de 2012).
De Vinde a Mim

4. Aproveitar as Oportunidades Existentes para Ensinar e Ouvir
Nossos encargos mais importantes e vigorosos estão na família. Eles são importantes porque a família tem a oportunidade de colocar um filho firmemente no caminho de volta ao lar, logo no início de sua vida” (Henry B. Eyring, Ajudá-los no Caminho para Casa, Conferência Geral de abril de 2010).

Jocelyn Fielden, de Nova Escócia, Canadá, diz que as lições mais importantes que aprendeu ao criar seis filhos, não estão relacionadas apenas com o ensino propriamente dito, mas também com o empenho de “criar um ambiente em que os filhos possam aprender verdades por eles mesmos”.
“Não se apressem em tomar todas as decisões por eles ou em responder a todas as suas dúvidas”, sugere ela. Em vez disso, ela recomenda que encaminhemos nossos filhos “para as escrituras ou para o conselho de nossos profetas, a fim de obter orientação e respostas”. Ela acrescenta: “E estejam prontos para discutir o que eles encontrarem”. Além disso, quando ouve perguntas dos filhos, ela às vezes responde fazendo outra pergunta: “O que você acha que deve fazer?” (ver ”Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais”, A Liahona, outubro de 2012).
De Vinde a Mim

5. Trabalhar Juntos para uma Meta em Comum
Os líderes que dão exemplo, incentivo e cuidado, podem ser inestimáveis para os jovens nesta época importante da vida. À medida que os líderes conhecem melhor cada rapaz e moça, eles podem receber inspiração para melhor ajudá-los.

Certo domingo, a irmã KaYan Danise Mok, uma Presidente das Moças em Hong Kong, reconheceu a inspiração de ler o Livro de Mórmon com determinada moça.
“Minha conselheira e eu atendemos rapidamente à inspiração e estabelecemos a meta de terminar de ler o Livro de Mórmon em grupo, com a moça”, conta a irmã Mok.
A irmã Mok relata que viu evidências de mudanças extraordinárias na vida daquela moça, graças ao estudo das escrituras. “Por experiência própria, sei que alguns jovens se preocupam e se sentem inseguros em relação a sua capacidade de adquirir um testemunho e de ter experiências espirituais como os outros”, continua ela. “Ao trabalharmos juntos, asseguramos com nossas ações que isso funciona e que estamos lá para apoiá-los a cada passo do caminho” (ver “Ajudar os Jovens a Terem Experiências Espirituais, A Liahona, outubro de 2012).
De Vinde a Mim

Sião É o Povo Que Ouve os Profetas



Élder Claudio R. M. Costa
Dos Setenta.
O Presidente George Albert Smith disse: “Nenhum de nós está seguro a menos que guardemos os mandamentos de nosso Pai Celestial. O caminho da retidão é a estrada da felicidade. Não há outra maneira de ser feliz” (Conference Report, abril de 1950, p. 168).

Somos um povo muito abençoado porque conhecemos os mandamentos de Deus e temos a grande bênção de ser ensinados por profetas vivos em nossos dias. Desde a restauração, em 1830, o Senhor tem chamado profetas para nos guiar. Esses amados oráculos de Deus se comunicam com Ele e nos transmitem Sua vontade. Depende de cada um de nós obedecermos às palavras dos profetas ou não.

O Presidente Harold B. Lee disse: “O nosso problema, hoje em dia, é que há muitos de nós que colocam um ponto de interrogação em vez de um ponto final naquilo que o Senhor fala” (“Admoestações para o Sacerdócio de Deus”, A Liahona, setembro de 1973, p. 31).

Somos o povo de Deus e, como tal, precisamos ouvir o Senhor, seja por Sua própria voz ou pela voz de Seus servos, e obedecer. Minha vida tem sido enormemente abençoada ao esforçar-me por obedecer a tudo aquilo que os profetas e líderes ensinam.

Não deve haver em nós um coração duvidoso. A dúvida não vem de Deus. Ele nos concede a bênção do Dom do Espírito Santo para aprendermos tudo o que Ele deseja que saibamos e façamos.

Temos o dever sagrado de fazer a Sua vontade assim como nosso Salvador Jesus Cristo fez. Grandes líderes do passado que reverenciamos e amamos têm como característica ouvir o Senhor e fazer com exatidão o que Ele diz. Líderes especiais como Adão, Moisés, Paulo, Pedro, Leí, Néfi, Alma, Amon, Mórmon e Morôni nunca colocaram um ponto de interrogação no que o Senhor lhes falou ou revelou. Foram sempre completamente obedientes aos comandos do Senhor e O seguiram com total fé e coragem. Eles nunca duvidaram ou se perguntaram se deveriam ou não obedecer. Todos eles foram como o grande Adão que, ao ser questionado por um anjo por que oferecia sacrifícios, com prontidão e sinceridade respondeu que não sabia, mas que fazia porque o Senhor lhe havia ordenado que o fizesse.

Meu grande desejo e visão é que tenhamos Sião estabelecida no Brasil; que sejamos fortes como esses gigantes e que coloquemos um ponto final naquilo que o Senhor nos pede. Confio muito que os membros da Igreja no Brasil irão redobrar seus esforços para abrir a boca e convidar mais pessoas a virem a Cristo e dar as referências dessas pessoas para os missionários.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

CHAMADO MISSIONÁRIO



Uma grande notícia para a Estaca Garanhuns, em breve vai sair mais um Élder para o campo missionário pois acaba de chegar o chamado do irmão Diego Viana Bernardo, Ele, á família e todos nós estamos muito felizes com a notícia ele estará indo para missão em maio deste ano, ele foi chamado para servir na missão  Brasil Porto Alegre Sul.


Citações do Presidente Thomas S. Monson


Exemplo Perfeito

Dizia-se do Salvador que Ele “passou fazendo o bem … porque Deus estava com ele. ” Que possamos seguir esse exemplo perfeito. Nesta que as vezes é uma difícil jornada pela mortalidade, podemos também seguir o conselho do apóstolo Paulo que nos ajudará a nos mantermos seguros e no caminho certo: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai “. – “Olhando para trás e Seguir em Frente”, Abril de 2008 conferência geral

Sem mágoas

Enviem aquele bilhete para o amigo que você têm negligenciado; dê um abraçono seu filho, dê um abraço em seus pais, diga “eu te amo” mais vezes, sempre expressem o seu agradecimento. Nunca deixe que um problema a ser resolvido se torne mais importante do que uma pessoa a ser amada. Os amigos se mudam, as crianças crescem e os entes queridos morrem. É tão fácil não dar importância às pessoas, até o dia em que eles se foram de nossas vidas e ficamos com a sensação de “e se” e “se somente”. O autor Harriet Beecher Stowe disse, “As lágrimas mais amargas derramadas sobre os túmulos são por palavras não ditas e coisas que deixamos de fazer. ” – “Encontrando alegria na jornada,”outubro de 2008 conferência geral

As mãos do Senhor

Meus irmãos e irmãs, estamos rodeados por pessoas que necessitam da nossa atenção, nosso encorajamento, o nosso apoio, nosso conforto, nossa bondade – podem ser membros da família, amigos, conhecidos ou estranhos. Estamos nas mãos do Senhor aqui na Terra, com a missão de servir e edificar os seus filhos. Ele é dependente de cada um de nós. – “Que Fiz Eu para alguém hoje?” Outubro 2009 da conferência geral

Verdadeiro Amor

O verdadeiro amor pode alterar vidas humanas e mudar a natureza humana. … Peço a vocês que tenham a coragem de não julgar e criticar os que o rodeiam, bem como a coragem de fazer com que todos se sintam incluídos e se sintam amados e valorizados. – “Tenham Coragem”, reunião das Moças geral, Abril de 2009

Princípios

Não tenha medo de sair de um filme, desligar o televisor ou mudar a estação de rádio, se o que está sendo apresentado não cumprir as normas de seu Pai Celestial. Em suma, se você tem alguma dúvida sobre se um determinado filme, livro ou outra forma de entretenimento é apropriado, não veja isso, não leia, não participem. – “A preparação traz bênçãos,”Abril conferência de 2010 em geral

O Chamado do Dever

O tempo marcha. O dever mantém a cadência com a marcha. O dever não acaba nem diminui. Conflitos catastróficos vêm e vão, mas a guerra pelas almas dos homens continua sem cessar. Como um toque de clarim, vem a palavra do Senhor para você e para mim, e para os portadores do sacerdócio em todos os lugares. Reitero a palavra: “Portanto agora todo homem aprenda seu dever e a agir no ofício para o qual for designado com toda diligência”(Doutrina e Convênios 107:99). – “Sincero à confiança do nosso sacerdócio”, outubro de conferência geral de 2006

Decisões determinam o destino

“Agora vemos entrar em foco a responsabilidade de escolher, a crise inevitável na encruzilhada da vida. Aquele que o encaminharia para o mal, espera pacientemente por uma noite escura, uma hesitação de vontade, uma consciência confusa, uma mente confusa. Você está preparado para tomar as decisões na encruzilhada? Eu não posso enfatizar muito fortemente que as decisões determinam o destino. Você não pode tomar decisões eternas sem conseqüências eternas. “- “Decisões Determinam o Destino”, Serão do SEI para jovens adultos, Brigham Young University, 5 de novembro de 2005.



“No clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, Alice chega a uma encruzilhada onde há dois caminhos diante dela, seguindo em direções opostas. Ela se defronta, então, com o Gato Risonho, a quem pergunta: “Que caminho devo tomar?” O gato responde: “Isso depende do lugar aonde quer chegar. Se não sabe para onde quer ir, então pouco importa o caminho que irá tomar”.1 Ao contrário de Alice, todos sabemos para onde queremos ir. Realmente importa aonde você quer ir, porque o caminho que tomar nesta vida o levará para a senda que trilhará a seguir. O Pai Celestial deu a cada um de nós o poder para pensar, raciocinar e decidir. Cada um de nós tem a responsabilidade de escolher. Talvez se pergunte: As decisões são realmente importantes?” Digo-lhe que as decisões determinam o destino. Você não pode tomar decisões eternas sem conseqüências eternas. Darei a você uma fórmula simples com a qual poderá medir as escolhas com que se defrontar. É fácil lembrá-la: “Você não estará certo se fizer o que é errado; você não estará errado se fizer o que é certo”. É preciso ter coragem para pensar o que é certo, escolher o que é certo e fazer o que é certo.” (Monson, Tomas S., Encruzilhadas, O Amigo Abril 2004 p 2)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Novas Irmãs na Sociedade de Socorro





sociedade de socorro


A presidência da Sociedade de Socorro tem a responsabilidade de cuidar de cada nova irmã com amor e preocupação e ajudar todas a continuarem ativas e fiéis (ver Manual 2, 9.7.2).
O livro  Filhas em Meu Reino: A História e o Trabalho da Sociedade de Socorro, , é um dos recursos aprovados que você pode usar para ensinar as novas irmãs sobre a Sociedade de Socorro, o papel delas e suas responsabilidades na organização.
Quem precisa de orientação sobre a Sociedade de Socorro?
As Moças que estão ingressando para a Sociedade de Socorro
Recém-conversas
Irmãs da Sociedade de Socorro que estão voltando à atividade
Novas irmãs na ala ou ramo
Irmãs recém-casadas

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

“Estendamos a Mão para Resgatar”




Esta é a primeira de uma série de cinco partes, destacando e homenageando o aniversário de cinco anos do ministério do Presidente Monson como Profeta e Presidente da Igreja.


Durante meus anos como Autoridade Geral, tenho enfatizado a necessidade do “resgate” de nossos irmãos e irmãs, de muitas situações diferentes que podem estar privando-os de todas as bênçãos que o evangelho pode proporcionar. Desde que me tornei Presidente da Igreja, tenho sentido uma urgência para que nos empenhemos nesse esforço de resgate. Quando membros fiéis da Igreja têm estendido a mão com amor e compreensão, muitos retornaram à plena atividade e desfrutam ainda mais bênçãos em sua vida. Há ainda muito a fazer quanto a isso, e incentivo todos a continuarem a estender a mão para resgatar. Disse o Senhor: “Quando te converteres, confirma teus irmãos” (Lucas 22:32).

Desde que o anúncio foi feito na conferência geral de outubro passado, de que a idade estava sendo baixada, para os rapazes e moças poderem servir como missionários de tempo integral, milhares de outras recomendações missionárias foram recebidas na sede da Igreja. O aumento do serviço missionário não apenas trará mais aos que buscam honestamente a verdade no conhecimento do evangelho, mas nossos missionários serão também abençoados de incontáveis maneiras, ao dedicarem seu tempo e talentos no serviço ao Senhor. Eu já disse muitas vezes que uma missão fornecerá um firme alicerce sobre o qual pode ser construído o futuro da pessoa. Não só as pessoas serão abençoadas ao servirem missão, mas toda a Igreja também se fortalecerá.

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Lorenzo Snow



     Depois de estudar os ensinamentos de George Albert Smith, em 2012, os membros adultos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias estudarão a vida e ensinamentos do Presidente Lorenzo Snow, em 2013.
 
 
  Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Lorenzo Snow é o mais recente para ser adicionado à série Ensinamentos dos Presidentes da Igreja, que é composta de manuais que tratam sobre os ensinamentos e sermões de cada profeta da Igreja. Ele é estudado durante as reuniões da Sociedade de Socorro e do Sacerdócio de Melquisedeque.



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Esboço para o Tempo de Compartilhar de 2013

Sou um Filho de Deus

Este guia contém informações para incluir o tema no tempo de compartilhar da Primária, ao longo do ano. Ele também aborda ideias para a apresentação das crianças na reunião sacramental. As líderes da Primária, os membros do bispado e outros envolvidos no planejamento do tempo de compartilhar e da apresentação na reunião sacramental podem beneficiar-se com os seguintes recursos:

Clique Aqui para fazer o download do Esboço para o Tempo de Compartilhar de 2013

Este documento, disponível em formato de documento portátil (PDF), permite que você visualize a página da mesma forma em que o documento foi impresso originalmente. Para ver o arquivo em PDF, você precisará ter o Adobe® Acrobat® instalado em seu computador.

Gravuras do Evangelho do Esboço para o Tempo de Compartilhar de 2013

Ver e fazer o download das versões maiores das gravuras para as lições no esboço para o tempo de compartilhar. Clique Aqui

Crenças Básicas:

Por que e de que maneira os mórmons são diferentes?


      Muitas vezes as pessoas perguntam a representantes de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias se a Igreja está-se tornando mais “comum” com o tempo.
Se o termo “comum” significa que os santos dos últimos dias estão cada vez mais sendo vistos como uma parte colaborativa, relevante e significativa da sociedade — principalmente nos Estados Unidos, onde há agora mais de seis milhões de membros — então, claro que a resposta é “sim”. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada no Estado de Nova York em 1830 com somente seis membros, é hoje a quarta maior igreja dos Estados Unidos de acordo com estimativas independentes.
Seus membros podem ser encontrados em todas as classes da sociedade: nos negócios e na agricultura, na área educacional e científica, no governo e em partidos políticos, na indústria de entretenimento e na mídia jornalística. Na verdade, as pessoas estão muito mais familiarizadas com amigos santos dos últimos dias, vizinhos e colegas de trabalho do que com a instituição da Igreja em si ou seus ensinamentos. Isso também se aplica a muitas outras nações fora dos Estados Unidos.
Se a descrição de “comum” significa que a Igreja perdeu a distinção de suas crenças que são o âmago de sua mensagem, a resposta é diferente. Ainda que respeitando as opiniões divergentes de pessoas de outras religiões, os líderes da Igreja querem deixar bem claro que suas crenças ajudam a definir os santos dos últimos dias.

Os seguintes tópicos são algumas das diferenças mais importantes em termos de crença e prática entre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e as demais igrejas cristãs.

Restauração

Os santos dos últimos dias acreditam que a autoridade apostólica divina foi perdida depois da morte dos antigos apóstolos, por isso uma restauração daquela autoridade foi necessária. Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acreditam que essa restauração começou no início dos anos 1800 com revelações ao jovem Joseph Smith.

Trindade

Mensagem do Dia Presidente Monson:


         O Presidente Thomas S. Monson, muitas vezes, expressa gratidão pelo serviço prestado pelos membros da Igreja ao
          demonstrarem amor uns aos outros e cumprirem os mandamentos de nosso Pai Celestial e de Seu filho, Jesus Cristo.

Agradeço a Vocês

     “Agradeço a vocês por sua fé e devoção ao evangelho”, disse o Presidente Monson em seu discurso de abertura na Conferência Geral de abril de 2012. “Agradeço pelo amor e cuidado que demonstram uns para com os outros. Agradeço pelo serviço que prestam em suas alas e ramos e em suas estacas e distritos. É esse serviço que permite que o Senhor leve a efeito muitos dos Seus propósitos aqui na Terra.
Expresso minha gratidão pela bondade com que me recebem aonde quer que eu vá. Obrigado por suas orações em meu favor. Tenho sentido essas orações e sinto imensa gratidão por elas”.

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